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Senado do Brasil aprova projeto de lei que proíbe aplicativos de apostas pré-instalados

Última atualização: 06.02.2026
Emily Patel
Publicado por:Emily Patel
The Senate Science and Technology Committee (CCT) approved Bill 3.563/2024, aiming to prohibit all fixed-odds betting advertising on social media and mobile platforms.

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Principais conclusões

  • Atualização da legislação: A Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado (CCT) aprovou o Projeto de Lei 3.563/2024, com o objetivo de proibir toda publicidade de apostas com cotações fixas em mídias sociais e plataformas móveis.
  • Restrição de hardware: Uma cláusula específica proíbe a pré-instalação de aplicativos de apostas em dispositivos móveis, interrompendo possíveis parcerias de distribuição de OEM.
  • Penalidades severas: A não conformidade pode resultar em multas de até R$10 milhões (~ $1,7 milhão de dólares) e revogação de licenças operacionais.

Do Brasil Comitê de Ciência e Tecnologia do Senado (CCT) aumentou significativamente a pressão regulatória sobre o mercado de iGaming recém-regulamentado do país ao promover o Projeto de Lei 3.563/2024. Aprovada na quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026, a legislação busca implementar uma proibição abrangente da publicidade de jogos de azar, com disposições específicas voltadas para o ecossistema móvel que poderiam remodelar as estratégias de aquisição de usuários no maior mercado da América Latina.

O projeto de lei, de autoria do senador Randolfe Rodrigues, propõe a proibição total do marketing de “apostas com probabilidades fixas” em todos os canais de mídia, incluindo rádio, televisão e, notavelmente, mídia social. Dado que o Brasil é uma nação que prioriza a mobilidade, com uma maioria significativa do volume de apostas impulsionado por aplicativos para smartphones e campanhas de influenciadores em plataformas como Instagram e TikTok, essa proibição ameaça cortar o principal canal de aquisição de jogadores móveis.

Crucialmente para o indústria móvel, o texto explicitamente proíbe a pré-instalação de aplicativos de apostas em telefones celulares e outros dispositivos eletrônicos. Essa provisão afeta diretamente as estratégias de “pré-carregamento de aplicativos”, um método de distribuição crescente no qual as operadoras fazem parcerias com OEMs móveis (fabricantes de equipamentos originais) ou operadoras para ter seus aplicativos instalados imediatamente. Ao bloquear esse canal, o CCT visa reduzir a exposição “passiva” ao jogo para novos proprietários de dispositivos.

A legislação também introduz penalidades estritas para operadores não conformes, incluindo advertências, multas que variam de R$5.000 a R$10 milhões e a possível suspensão ou revogação das licenças federais recentemente obtidas por mais de 80 operadoras em janeiro de 2025.

Órgãos comerciais do setor expressaram preocupação de que tais medidas restritivas, ocorridas apenas um mês após o lançamento oficial do mercado regulado, possam inadvertidamente fortalecer o mercado negro ao prejudicar a capacidade das operadoras licenciadas de canalizar a demanda por meio de aplicativos móveis oficiais e seguros. O projeto agora segue para a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) para uma análise mais aprofundada antes de uma possível votação no Senado.

Fontes: